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quarta-feira, 11 de abril de 2012

PLAY #6 E HORA DO RECREIO

Oi!
Nem eu acredito que comecei a escrever este post há uma semana, mas "tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Eclesiastes 3:1). Faz todo sentido...

E é por isso que o post da brincadeira #6 do PLAY está saindo hoje junto com a dica pra HORA DO RECREIO muito fofa da MARCINHA VALESCA! Vai lá ver tudo!!

Nossa brincadeira dessa quinzena (até domingo) lá no PLAY foi ideia da TATI PEREIRA (minha Tateeenha...rs...). Ela inspirou-se em um videoblog da FERNANDA MELLO (valeu, Fernanda!) que diz assim:
"COM QUE LETRA EU VOU?
Se não deu certo, apague e recomece.
Esqueça o que ficou.
Esqueça a culpa.
A falta de plano.
Esqueça a dúvida.
O que foi quase engano.
Apague e recomece.
É sempre hora de mudar, de virar a página e se reinventar.
Mesmo que doa, aprender não é um processo à toa."





Foi uma delícia criar essa página. Mas não foi fácil escolher um verso para ela...rs...
Sabe quando parece que "aquele" verso foi escrito por você? Só que eu não queria o verbo "doer" aí. Não é fuga, mas ele já tem sido conjugado demais; o aprendizado também tem sido incessante e inevitável (ao menos para mim e graças a Deus). Por isso mesmo não acredito que dê para apagar o que se vive, e jogar pra debaixo do tapete só faz garantir o tropeço tempos depois... (isso rendeu foi conversa lá no Play...rs...)
E assim foi de verso em verso até eu me dar conta de que "é sempre hora de mudar, virar a página e se reinventar" - por mais que agora tudo esteja muito difícil (ou exatamente por isso).
E o tal "recomeço"? Onde é que está o montão de coisas que escrevi sobre isso há uns 3 ou 4 anos? Vai saber... Lembro que Caio curtiu muito minha "tese" que era algo como não existe "recomeço" porque nunca se pode voltar ao mesmo ponto em que se começou (aquele lance de o rio nunca ser o mesmo).
Simplificando (Oi?!): não acredito em começar de novo, acredito em começar algo novo.

Resultado é que, embora tenha amado a inspiração da TATI, impliquei horrores com o texto da FERNANDA (cujo trabalho eu sempre curti!). Sorry! Não era pra menos essa implicância, já que estou mais que necessitando me reinventar mas estou cansada emocionalmente de tudo que tenho enfrentado. (OK, tem gente passando por coisas muito piores, eu mesma já passei, mas nesse momento estou muito cansada e ponto!).

Interessante (e contraditório) é que a facilidade que senti para criar (conceber) essa página me fez voltar a entrar em contato e me abrir com mais leveza à possibilidade de me "re"inventar (mais uma vez) ou, na minha versão, criar algo novo a partir de quem sou agora, criar uma nova realidade (outra vez). E nada melhor para criar o novo que uma página em branco (ou um papel branco) - apenas simbolicamente, já que há incontáveis páginas escritas por traz dela...



E o Sol, ah, o Sol, incansável a cada novo amanhecer, apareceu naturalmente. Como disse a PATI KUNTZE, ele sempre está lá, mesmo que em meio a algumas nuvens...
A verdade é que quando olho essa página percebo minha esperança "re"novada nas imagens do Sol, das "Onze horas" (flores que povoaram minha infância), dos filhotes de pássaros que se sucedem nos vários  ninhos que fazem parte da nossa casa, do branco do papel, da tinta por ele absorvida...
Tantas coisas, sensações, emoções afloradas e expressadas através do scrap (Arteterapia pura!).
Minha profunda gratidão a Deus por ter me concedido esse instrumento prazeroso e poderoso; por ter me concedido o encontro com minhas companheiras do PLAY; por ter me permitido mergulhar no convite que a TATI nos faz através dessa brincadeira que nos convoca a despertar para a vida!
E que bom que "coincidiu" com a Semana Santa, momento mais que propício à reflexão, à transformação.
Minha vontade é de continuar escrevendo, mas o sono me chama...





Que possamos despertar, criar, mudar, fazer a passagem, o que for preciso para se viver uma vida plena (com tudo que vem no pacote!) - mas sempre com um profundo respeito pelas nossas possibilidades.

Beijo, cheiro, abraço, afago!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

SCRAP DUPLO - DESAFIO

Quem não conhece a Cela Branco?
Não tem quem não babe no seu trabalho seja no SCRAPRINTABLE ou no SCRAPDIARY!
Mais que isso, a Cela é uma agitadora do nosso scrap world e tem nos brindado com posts fantásticos com assuntos diversos relacionados ao scrap.
Mais ainda, quem CONHECE essa "florzinha" pernambucana (né, Regi), torcedora do Timbu, apaixona-se perdidamente e está perdida mesmo...rs...
E sem mais mimimi, isso tudo é para explicar que quando ela PEDE, eu OBEDEÇO feliz!
E foi assim dessa vez.

Desde novembro estou vivendo um período bem complicado em relação à minha saúde, a ponto de ter passado o Natal sozinha, por não ter conseguido viajar com minha família... (numa boa, sem maiores traumas)
Mudei radicalmente meu tratamento, porque cheguei no meu limite emocional de sentir dor (também, depois de 10 anos...). Resolvi flexibilizar e aceitar a reinclusão da medicação alopática, dentre outras coisas. Mas além da decisão ter sido difícil, a adaptação não tem sido fácil...

Voltando ao desafio, confesso que não gosto de fazer listas, em especial essas de metas pra ano novo... Prefiro ir percebendo o que emerge do meu coração e das minhas vivências, e valorar o que precisa de atenção especial.
E minhas reflexões sobre 2012 me levaram, sem rodeios, a priorizar minha SAÚDE! Até porque cada dia que passa busco focar mais no que é essencial...

E foi assim que, mesmo em meio ao turbilhão que tenho vivido, dediquei uma tarde a esse LO pro desafio do SCRAPDUPLO.
Mais que nunca criei com minha alma. Não só porque o desafio foi proposto por essa pessoinha linda que aprendi a amar mesmo sem conhecer pessoalmente (questão de tempo e desse ano não passa)! Coloquei minha alma para expressar minha dor e minha esperança, meu cansaço e minha disponibilidade para continuar lutando. Meu jeito particular de lidar com tudo isso.

Esse LO expressa mais que minha prioridade e meu propósito de vida para 2012; expressa minha verdade, minha atual relação com a vida.
Já chega, não é? Vamos ao que interessa...rs...


Usei como base um Raio X da minha bacia, a bula e a caixa de um dos remédios que estou tomando.
A foto da revista VIDA SIMPLES é de quando voltei a tomar a medicação alopática - que foi meu "plano B" para esse momento.
Minha foto tirei há uns 15 dias quando fiz o último exame, ainda com o pijama da clínica que era de dar dó de tão ridículo - afinal, a última coisa que posso perder é a capacidade de rir de mim mesma...



Foi uma criação muito intuitiva, sem pensar se estava gostando ou não esteticamente do resultado, apenas incluindo elementos significativos, que fazem sentido para mim - um verdadeiro processo Arteterapêutico...

Aliás, depois que cursei a pós em Arteterapia, criar passou a ter outro significado para mim!
Viver tem outro sentido!
Saúde é mais que homeostase do corpo físico... É um estado de harmonia dinâmica entre todos os corpos, desde os mais sutis, e também entre o meu seu e o que está à minha volta.
É baseada nisso que tenho feito minhas escolhas.

E você, como tem vivido?

Super obrigada pelo carinho e atenção!
Vai lá no SCRAPDUPLO ver as lindas criações das meninas...
Beijos com carinho vibrando pela paz!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

GUIA DO SCRAPBOOKING!

Oi!
Boa tarde!!
Vamos mudar um pouquinho de assunto, né?!
(Notícias da coluna só lá no finalzinho, no PS)

Não costumo fazer página de scrap pensando em publicar,
meu processo criativo é muito eclético...
Às vezes me inspiro numa foto, letra de uma música, um poema,
um desafio bacana de algum site ou blog...


Neste caso, uni várias fontes de inspiração...
Caio, meu filho lindo e queridão está com quase 18 anos.
Claro que ele não fica mais feliz quando Mami fica clicando cada movimento dele!
Aí, tirando nossos aniversários, Páscoa, Natal e dia das Mães,
tenho que tirar fotos escondidas, no melhor estilo paparazzi...rs...
É um porre, porque tem uns momentos desta fase dele que eu queria muito registrar fotograficamente,
mas, como não dá, vou registrando tudo no meu coração!

Num dia em que estava louca de vontade de tirar fotos dele,
fui mexer na minha caixinha de fotos e vi esta que eu amo,
tirada escondida, tão escondida que ele nem sabia...
Na hora a foto me remeteu à música QUANDO TE VI,
de Beto Guedes,
que eu amo desde a adolescência:

"Nem o sol, nem o mar
nem o brilho das estrelas,
tudo isso não tem valor,
sem ter você!"


Não tive dúvidas...
Peguei o kiss Verão e fui recortando tudo (né, Regi?!) que deu na telha.
E, aí, foi só deixar a emoção falar...


Fiquei muito feliz em ver este LO em especial ser publicado no GUIA,
e mais feliz ainda por ele não ter sido feito com esta intenção,
por ele ter sido criado com o intuito de expressar este amor imenso...
Fico muito feliz porque sempre que o olho consigo ver traduzidas nele
toda força e delicadeza do meu amor!


Resolvi compartilhá-lo através da revista para celebrar minha volta ao scrap,
após 2 anos sem fazer o que chamo de "scrap autoral"...rs...
Durante estes 2 anos (2009 e 2010) me dediquei à pós em Arteterapia
e a experimentar outras modalidades de expressão artística.
Scrap neste período foi só nas aulas das minhas Queridas!
Minha crise de abstinência terminou logo após minha última aula da pós,
coincidindo com o aniversário do SD.
Depois de passar uma semana entregue ao scrap,
entrei num período de “surto criativo”
e tenho feito scrap de um modo bem diferente de antes... sem julgamentos.
Fruto de tudo que vivi e aprendi depois que descobri a Arteterapia,
fruto da nova mulher que me tornei após este mergulho no meu "infinito particular"...
Fruto da libertação que tenho experimentado em minha vida!


Aqui algumas dicas e detalhes deste LO (não coube tudo na revista, pq não tenho poder de síntese...rs...):

1. A primeira dica é a possibilidade de utilização de papéis temáticos em LOs com temas distintos: neste caso, o papel remete a praia, verão, mas a foto usada é introspectiva, tem um que de reflexão. O tema dos papéis reforça o título do LO “MY SON, MY SUN”, ao mesmo tempo em que quebra o clima “quase sério” da foto, conferindo leveza ao conjunto;

2.  A foto P&B simultaneamente valoriza os elementos muito coloridos e destaca-se entre eles, mostrando quem é que realmente importa no LO...rs...

3.      Para auxiliar na harmonização dos diversos elementos no LO, costumo fotografar as diversas opções de disposição para melhor visualização e, só depois de comparar as diversas opções, colo os embellishments;

4.  Já o título posicionei assim: coloco o LO dentro do plástico 30,5x30,5 e vou testando a posição do título sobre o plástico (para não correr o risco de estragar o papel com a letra adesivada);

5.  Tinta acrílica espirrada levemente no papel personaliza e traz movimento ao LO e, neste caso, os respingos maiores foram circulados com caneta preta e cobertos com relevo transparente para serem confundidos com os pequenos círculos recortados do papel Kiss Verão;

6. No contorno inferior da foto, borda de listas azuis arredondada com loops desenhados com caneta preta;

7. Por último, recurso muito comum: em LO com muitos detalhes, alguns devem ser destacados em relevo, com fita banana.

MATERIAL: Papéis Goodies (sempre!) linha Butterfly, Kiss Verão e cardstok amarelo Bazzil; transparência nuvens Goodies; Thickers American Craft (FLAT), Ki Memories (LITTLE ONE) e Doodlebug Design.

Este e muitos LOs e artigos de colaboradoras talentosíssimas nesta edição do GUIA DO SCRAPBOOKING: clica aqui, ó, para ver a edição on line!

Beijinhos com muito carinho e meu desejo de uma semana cheia de saúde muitas descobertas para cada um de nós!






PS.: Minha coluna ainda está doendo muito, mas já estou conseguindo levantar sozinha. Para uma pessoa autosuficiente e independente como eu, uma grande melhora! Mas, a vida é sábia... nos coloca em situações em que temos que sair da zona de conforto!


Já chega, porque o assunto hoje é scrap...rs...

Mais beijinhos!

sábado, 6 de agosto de 2011

JE SUIS UNIQUE!

Li em algum lugar, mais de uma vez, que "a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional".
Costumo dizer que se eu "aplicasse" em minha vida metade do que já aprendi, tudo seria bem diferente... Mas não é que em relação ao sofrimento eu tenho me saído muito bem, obrigada?! Porque mesmo nos momentos de muita dor temos escolhas. Porque mesmo quando tudo sai absolutamente diferente do que planejei, posso optar em não ceder à tentação de me curvar à frustração e ao vitimismo.

Se faço isto é porque hoje, depois de tudo que já passei, acredito mais que nunca no que disse a uma pessoa muito querida há mais de 10 anos: EU TENHO VOCAÇÃO PARA SER FELIZ!
Você pode até pensar "grande coisa..." Mas é uma grande coisa, sim! Pode-se ter vocação para tudo na vida! Pode-se olhar para algo e enxergar de tantas maneiras... Pode-se tomar tantos caminhos...



Logo após afirmar minha vocação para felicidade a vida me testou de formas bem pouco delicadas... Para encurtar a conversa, faz quase 10 anos que, dentre outras coisas, recebi o disgnóstico de fibromialgia e descobri que teria que conviver com crises de dor sem qualquer motivo aparente "para sempre". E, confesso, as dores físicas foram o menos pior de tudo que enfrentei nos anos que se seguiram...

Voltando a agosto de 2011, as dores que comecei a sentir na última 5a não diminuíram com a medicação nem com acupuntura e, claro, apesar de todo meu otimismo, tive que desistir de ir pro UNIQUE. Só dei o braço a torcer no final da tarde de 6a (tinha comprado nova passagem para esta madrugada). Mas a verdade é que não tinha como passar mais de 2 horas num avião, nem o dia inteiro fazendo scrap, porque estou precisando de ajuda até para levantar da cama ou da cadeira...



Claro que queria estar lá agora, com minhas queridas curtindo um dia delicioso e muito especial...
Mas, quer saber? O mundo definitivamente não vai acabar por isso! Sou uma pessoa privilegiada e hoje escolho continuar sendo feliz mesmo sentindo dor para c#@*%#$@#...rs...
Porque dor física é muito incômodo, mas muito pior é a dor da alma, a dor de quem não tem escolhas, de quem tem dificuldade de olhar com carinho e encantamento para a vida. Assim... do jeitinho que ela é! 

Hoje foi assim, comi pipoca no café da manhã...rs...

Parece até que quando comecei o post anterior eu estava adivinhando...
Lembro que quando eu era pequena, ao "rezar", pedia a Papai do Céu para ter fé... Eu ouvia minha Mãe e minha Vó Mariquinha falando sobre ter fé com tanta emoção, que imaginava que só podia ser algo muito bom... Elas falavam sobre como nada podia abater quem tinha "fé de verdade". E não é que Ele me escutou? Como já afirmei por aqui, tenho uma Fé inabalável em Deus e nos seus propósitos. Tenho fé na vida!
Já vivi momentos de raiva e hesitação, às vezes a raiva volta (aprendi a acolhê-la ela com carinho e sem julgamento, para que ela possa tomar seu rumo...). Já a hesitação, não sei onde foi parar...

Ontem, pouco antes de dormir, aproveitei o tempo sentada e dei uma olhadinha no blog da Dan. Lembrei que 5a à noite, quando vi lá no SCRAPDIARY que o tema do desafio AUTORRETRATO desta semana era SONHO DE CONSUMO, me peguei pensando que a única coisa que desejava mesmo era ficar sem dores a tempo de ir pro UNIQUE hoje... Ver as fotos da Dan me deu um apertinho no coração e ao mesmo tempo uma alegria muito grande, pela certeza de que ainda curtirei muitos dias deliciosamente fantásticos ao lado das pessoas que eu amo.


Porque para mim ser unique é isto: é ter vocação para ser feliz!
Obrigada pela atenção, hoje mais que nos outros dias...
Obrigada pelos e-mails, recadinhos no FB, mensagens no celular etc - pelo carinho!
Agora vou descansar um pouquinho e mais tarde vou fazer brigadeiro de colher... Afinal, o meu potinho vai demorar um pouquinho de chegar com meu UNIQUE TO GO!

Fotos 1, 4 e 5 roubadas da Dan...rs...

Beijinhos com muito carinho e amor pela vida"
"ANDAR COM FÉ EU VOU,
QUE A FÉ NÃO COSTUMA FALHAR..."

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CONTAGEM REGRESSIVA... UNIQUE!

Sumida, eu?
Imagina...rs...

Estou aqui tocando esta deliciosa vida (fazer o que, se eu gosto dela estando boa ou mais ou menos...) e contando as horas para chegar sábado.
Porque sábado tem UNIQUE, é dia de festa de encontro com amigas queridas, dia de fazer scrap e ser feliz, muito feliz!
Desta vez vou a lição de casa feita no capricho:


Que seu fim de semana também seja especial e cheio de momentos preciosamente belos! Sabe por que? Porque você merece!

Até aí era o que eu tinha escrito ontem à noite, quando a conexão caiu e não consegui postar...
Aí, sabe o que aconteceu?
Acordei com a coluna travada e tive que desmarcar meu vôo para SP...

Não, não estou chateada, porque tenho uma confiança inabalável em Deus e na vida.
Estou sentindo uma dor insuportável, mas ainda faltam 45h para o UNIQUE... Quem sabe?
Não sou nenhuma "Poliana", mas quero desfrutar da vida o seu melhor e, na hora da dor, o que ela traz de melhor é a possibilidade de reflexão sobre o que ainda preciso aprender... Sobre as mudanças que ainda se fazem necessárias... E são tantas...rs...

Nossa! Lendo o que escrevi, lembrei de algo para lá de sincrônico...
Não é à toa que 3a feira tirei no oráculo das MANDALAS (de Céu D'Almeida), a carta do aprendizado:
"Recebo através desta mandala a essência da energia do aprender,
como facilitadora de crescimento e transformação.
Faço uso de todas as experiências de vida para o meu desenvolvimento,
pois cada acontecimento tem seu significado e traz em si uma oportunidade de crescimento.
Assim, liberto-me de processos repetitivos,
obtenho o aprendizado e abro-me para novos e enriquecedores acontecimentos."

Ficaria dias aqui compartilhando com vocês tudo que penso, sinto e vivencio a este respeito, mas preciso repousar, para colaborar com a boa vontade de Deus. Porque mesmo que não dê para ir pro UNIQUE, quero passar o fim de semana melhor do que acordei hoje.
Sabe por que? PORQUE EU MEREÇO!

Porque eu amo a vida (com dor ou sem dor) e ela só se dá para quem se doa...

Beijinhos,
  

quinta-feira, 21 de julho de 2011

SOLIDÃO CONTENTE - Ivan Martins

Oi,

Uma grande parte das pessoas cresce aprendendo a colocar o outro em primeiro lugar, a achar que é egoísta pensar primeiro em si mesmo etc. Por questões culturais e religiosas, "desaprende" a se amar...
Ninguém ensina que quando crescemos o saudável é aprender a ser mãe e pai de nós mesmo, para não  correr o risco de passar a vida adulta fazendo os outros de muleta...

Porque se a gente não se cuida, acaba vivendo relações patológicas, baseadas na carência, no medo de estar só, na crença de que a felicidade depende de circunstâncias externas e da participação de outras pessoas em nossas vidas. E o vazio só aumenta, porque não há quem possa dar conta do "buraco emocional" do outro.

Cada um vai descobrir o caminho que o levará de volta ao amor próprio e ao reencontro consigo mesmo. Este caminho será trilhado com harmonia ou não, com mais ou menos sofrimento, a depender das escolhas  e das possibilidades de cada um. Mas não há como ser feliz, como viver a plenitude da nossa existência sem se entregar a este encontro que temos com este grande amigo que habita o nosso ser.

E foi para isso que passei aqui hoje, bem rapidinho: para lembrar o quanto é importante priorizar este compromisso em nossas vidas, um encontro consigo!


O texto abaixo foi a mensagem que escolhi para enviar para os amigos ontem e uma das respostas que recebi me tocou profundamente... Uma amiga contando o quanto ela valoriza a própria companhia, separa um tempo em especial para estar consigo mesma e a maioria das pessoas não a entende... ("porque Narciso acha feio o que não é espelho"??).


Inspirada pelo depoimento dela, quero compartilhar com você esta reflexão.
Se estiver com pouco tempo agora, volte depois e leia o texto abaixo com calma e atenção, como se estivesse se dando um presente... Quem sabe, o primeiro de muitos dos merecidos presentes que você merece receber de si mesmo?

Quer saber? Ame-se profundamente e seja muito feliz!
Tudo mais é consequência!
Beijos com carinho...




SOLIDÃO CONTENTE
O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas

*por Ivan Martins
Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre solidão feminina com alguma incompreensão.
Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.
Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente e mora sozinha.
Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.
Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa, disse a prima. Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas.
Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.
Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.
Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.
A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.
A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.
Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?
A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior com apoio da publicidade.
Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando senão a economia não anda.
Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.
Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.
Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.
Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos.
Repasse para suas amigas, especialmente para as que não sabem fazer sua "solidão contente!" e para seus amigos entenderem e valorizarem a riqueza interior de certas mulheres comparada aos homens.

*Ivan Martins é editor-executivo de ÉPOCA

quarta-feira, 26 de maio de 2010

WHY NOT?

Todo dia me pego perguntando porque mesmo tenho postado tão pouco, se curto tanto "Cacarecar"...
Ontem fiz até uma lista de motivos (problemas sérios de saúde na família, minha coluna que vira e mexe prega uma peça, muita coisa pra estudar, curso de Fotografia, novos projetos de Arteterapia etc) - mas, quem não anda na maior correria, não é?!
Fora isso, estou numa fase mega reflexiva. O que também não é grande novidade: quem me conhece (messssmo!) sabe que, embora não pareça (por causa do meu jeito alegre e extrovertido), superficialidade aqui passa longe...
A verdade é que não me curo do perfeccionismo... Tem épocas que até estou menos "atacada", mas tem outras...rs... Resumindo (será que consigo?!): vivo cheia de assuntos pra colocar aqui, mas como o tempo está curto, se não posso fazer como idealizei, nem começo! Se não posso fazer um post imenso, me recuso a escrever 5 linhas...rs...
Isso é uma "meleca", porque é um "pé no freio". Todo mundo sabe que "o ótimo é inimigo do bom", blablabla, blablabla... Mas, como é difícil mudar um padrão!
Estou careca de saber que nem tudo que não é perfeito é necessariamente medíocre mas, simplesmente, quando vejo já foi... Não, não vou me propor nenhum desafio, porque estou tentando encarar a vida com mais leveza e o Cacarecos é um espaço para eu me liberar e não o contrário. Vou tentar simplesmente passar por aqui só para dizer um "Oi", postar uma mensagem legal que li por aí ou uma dica interessante. Sem me cobrar tanto, sem ficar culpada porque não fiz do meu jeito... (bate uma culpa quando posto alguma coisa sem nenhum comentário...)
Até porque, tem dias que se eu escrever tudinho que estou sentindo, ninguém vai aguentar...rs... (quisera eu escrever daquele jeitinho "desabafometafórico" que é a cara da Lalá...)
E, como dizem por aí que post sem foto não tem graça, vou dividir com você uma das fotos que fiz pro TCC do meu curso de Fotografia (com a Cris Pansiera).
AMOOOO estes 3!
Esta foto reflete bem o quanto ganhamos ao dar um "olé 'no perfeccionismo. Planejei cada detalhe e passo do ensaio mas, aconteceu tudo absolutamente diferente. - não consegui tirar 1 foto como pensei. Quando já tinha desistido, comecei a tirar umas fotos por pura diversão e gostei tanto que acabei usando no TCC.
Desabafo feito, vamos ver o que acontece...rs...
Beijinhos e obrigada pelas visitas, apesar do meu sumiço (queixas registradas...rs...)!
PS.: Para quem gosta de fotografia, começou ontem o Curso de Criatividade da Cris Pansiera (cpansiera@gmail.com)!

quinta-feira, 25 de março de 2010

HORA DOPLANETA: 27 de MARÇO, 20:30

"A Hora do Planeta é uma campanha mundial da rede WWF. Queremos mobilizar 1 bilhão de pessoas no planeta. Vamos mostrar aos líderes de governos e a toda a sociedade que é hora de combater aquecimento global. A HORA DO PLANETA é o maior movimento da história em defesa do meio ambiente. Você não pode ficar de fora!

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização."

Veja como participar: CLIQUE AQUI!"

Oi...

Tem tanta coisa acontecendo... enchentes, terremotos, tsunamis, desastres ecológicos de todo o tipo. Acredito que isso seja um pedido de socorro da Mãe Terra.

Eu sou quase uma "ecochata" - reconheço: concentro minhas atividades em alguns dias da semana, para reduzir o uso do carro, uso ecobags, pratico reciclagem, reuso e todos os "Rs" possíveis e imagináveis, tudo em prol da sustentabilidade. É o meu compromisso com a natureza.

Acho que cada um pode descobrir como fazer sua parte, dentro de sua rotina e de suas possibilidades, com consciência.

Madre Teresa de Calcutá já dizia: "não podemos fazer grandes coisas na Terra. Tudo que podemos fazer são pequenas coisas com muito amor".

Por isso faço este convite: vamos nos unir, fazer parte desta grande corrente emostrar que podemos virar o jogo!

Juntos podemos fazer até mesmo grandes coisas.

No dia 27 de março, das 20h30min às 21h30min, apague as luzes do local onde você estiver.

Beijos com muito amor!